Escolha o equipamento e veja o que costuma acontecer
O mesmo sintoma tem causas diferentes em cada aparelho. Estas páginas reúnem os problemas mais frequentes por equipamento, o que é verificado na avaliação técnica, o que evitar antes do atendimento e qual modalidade resolve — remoto, visita ou coleta.
Notebook: sintomas mais comuns e como cada um é resolvido
Notebook lento, que não liga, superaquecendo, com tela apagada ou bateria que não segura carga. Veja o que cada sintoma indica e qual atendimento resolve.
Desktop e PC: falhas frequentes, upgrades e o que checar
PC que não liga, reinicia sozinho, faz barulho ou ficou lento. Entenda o que cada sintoma indica no desktop, o que checar antes e qual atendimento resolve.
Impressora: instalação, rede e falhas que travam o trabalho
Impressora que some da rede, não imprime, imprime falhado ou não conecta no Wi-Fi. Veja causas reais, o que checar antes e qual atendimento resolve.
Roteador e rede Wi-Fi: cobertura, quedas e configuração
Roteador com sinal fraco, quedas ou configuração errada derruba a internet inteira. Veja o que checar, o que resolve de verdade e qual atendimento indicar.
Prefere começar pelo sintoma?
Se você sabe o que está acontecendo, mas não tem certeza de qual peça ou serviço está envolvido, entre pelo hub de problemas. Ele parte da frase do dia a dia — “está lento”, “não liga”, “a internet cai” — e chega ao mesmo destino.
Reparo, upgrade ou substituição: como a decisão é tomada
Antes de orçar peça, a avaliação responde se o aparelho ainda comporta o uso que você faz dele. Notebook de escritório com disco mecânico quase sempre responde melhor a um upgrade para SSD do que a uma formatação; desktop com fonte instável precisa de teste de alimentação antes de qualquer troca de placa; impressora com falha de tracionamento tem custo de peça que costuma superar o valor de um equipamento de entrada.
A régua prática é a mesma para todos os aparelhos: quando o reparo passa de 40% a 50% do preço de um equivalente novo, a recomendação é substituir e aproveitar o que ainda serve — SSD, memória e, em alguns casos, a fonte. Essa conclusão sempre vem depois do diagnóstico, nunca antes.
Idade do equipamento muda o diagnóstico
Aparelho com menos de três anos quase nunca falha por desgaste: as causas dominantes são software, atualização malfeita, armazenamento cheio e superaquecimento por pasta térmica seca ou entrada de ar obstruída. Nesses casos o caminho é limpeza interna, revisão térmica e organização do sistema, não substituição de placa.
Entre três e seis anos entra a faixa em que o upgrade rende mais que qualquer outro serviço: disco mecânico trocado por SSD e memória ampliada devolvem, na prática, a sensação de equipamento novo por uma fração do preço. Acima de seis anos a conta muda de novo — peça de reposição fica escassa, fonte e bateria já perderam capacidade e o custo de manter começa a competir com o de substituir.
Por isso a avaliação sempre registra idade, uso real e histórico de manutenção antes de qualquer orçamento. Dois notebooks com o mesmo sintoma podem receber recomendações opostas apenas por essa diferença de contexto.
Peças: o que usamos e o que recusamos
Trabalhamos com peça nova, com procedência informada e com a especificação compatível com o aparelho — não com componente recuperado de outro equipamento com defeito. Quando existe alternativa mais barata e tecnicamente adequada, ela é apresentada junto da original, com a diferença de garantia explicada antes da escolha.
Há situações em que recusamos o serviço: painel de tela colado com risco de dano estrutural, placa com corrosão generalizada por líquido, equipamento em garantia de fábrica cuja abertura anularia o direito do cliente. Nesses casos indicamos o caminho correto — assistência autorizada ou substituição — mesmo sem faturar o reparo.
Toda peça substituída fica disponível para devolução ao cliente na entrega, e a garantia de 90 dias cobre a mão de obra do defeito tratado, com a cobertura do componente seguindo o prazo do fabricante.
